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COPASA emite nota de esclarecimento sobre obras realizadas em Divino


Nossa redação entrou em contato através da Assessoria de Comunicação da COPASA, solicitando esclarecimentos sobre as obras realizadas em nosso município, as quais tem trazido transtornos devido a situação que as ruas tem sido deixadas após as obras. 

A empresa logo retornou nosso contato e abaixo segue a nota oficial:

A Copasa informa que está investindo cerca de R$ 25 milhões na construção do sistema de esgotamento sanitário de Divino. A obra, que teve início em 2019 e será finalizada em meados de 2021, beneficiará os quase 10 mil moradores do município e contribuirá para a despoluição do rio Carangola e preservação do meio ambiente.

Os transtornos gerados pelo investimento são temporários. O serviço de recomposição asfáltica da Avenida Pedro de Givisiez e da Rua José Vitor de Oliveira, está previsto para ser realizado no dia 18 agosto. Com relação aos abatimentos existentes na Rua Nova, a Copasa vai notificar a empresa contratada para que realize os devidos reparos no local. 

A Companhia ressalta que, a Avenida Pedro Givisiez é uma via com intenso tráfego de veículos e de forte comércio. Esses fatores dificultam a produtividade dos serviços, uma vez que os comerciantes dependem do fluxo de veículos e dos estacionamentos laterais desimpedidos. A Copasa tem buscado constante alinhamento com a Secretaria de Obras do Município de Divino para a definição da logística de fechamento de vias, sinalização e desvios.  

A obra

O empreendimento contempla a construção de unidades e a instalação de equipamentos destinados à coleta, ao transporte e ao tratamento dos esgotos domésticos. Está prevista a construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e de um laboratório de análises de efluentes, além da implantação de 15 mil metros de redes coletoras (tubulações de menor diâmetro implantadas em vias públicas para coletar o esgoto das residências, comércios e indústrias); 4,8 mil metros de interceptores (tubulações de grande porte que recebem o esgoto das redes coletoras); quatro estações elevatórias de esgoto (unidades que bombeiam o fluxo de esgoto para um nível mais elevado); 2,3 mil metros de linhas de recalque (responsável pelo transporte do esgoto até a ETE); e 1,8 mil ligações prediais de esgoto (ligação da rede de esgotamento domiciliar à rede coletora).

Até o momento, já foram executados 8,4 mil metros de redes coletoras, 1,5 mil metros de interceptores, 750 unidades de ligações prediais e, aproximadamente, 60% da ETE já está concluída.

O tratamento de esgoto permitirá ainda que a cidade receba o ICMS Ecológico, um meio de incentivo aos municípios para a criação de mais áreas de preservação ambiental, além de melhorar a qualidade das áreas já protegidas. Além disso, também irá contribuir para a erradicação de doenças de veiculação hídrica; o controle da proliferação de vetores; a melhoraria do Índice de Desenvolvimento Humano – IDH e mudanças positivas nos aspectos urbanísticos e consequentemente valorização imobiliária da cidade. Outro benefício gerado pela obra é o incremento da arrecadação do município, que recolherá os Impostos Sobre os Serviços (ISS) prestados pela empresa contratada pela Companhia. Também são gerados empregos diretos, além da aquisição de materiais e equipamentos e a contratação de serviços indiretos na cidade, o que gera receita e movimenta o comércio local. 

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